Crença em uma nova realidade

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Crença em uma nova realidade

Crença em uma nova realidade

Líder entre os índices que mais refletem o mal-estar social, o desemprego que cresceu no país de forma grave a partir de 2014, começa a dar alguns leves sinais de recuperação. Para muitos analistas, a economia brasileira chegou no chamado fundo do poço. O que se espera agora é que a questão política do país seja equilibrada, ajudando a dar impulso a uma retomada gradual do mercado de trabalho, puxado por grandes setores da economia, como a indústria e a construção civil.

Durante seus 40 anos de atuação, a Temon superou diversos cenários adversos. Seu fundador, o engenheiro Álvaro Assumpção, lembra que foram muitos planos econômicos, transição política, altos e baixos de indicadores importantes como a taxa de juros, sem esquecer da hiperinflação. Ainda assim, a empresa conseguiu se manter firme no mercado. Enfrentando a atual crise nacional, a Temon não realizou cortes drásticos em seus postos de trabalho e acredita em dias melhores para o emprego no país.  “É muito importante, neste contexto de retomada do crescimento, que as crises políticas sejam resolvidas, para que a instabilidade não contamine ainda mais a economia e o país volte a gerar empregos, volte a crescer”, aponta o empresário.

Muitos se perguntam: como atravessar tamanha turbulência, preservando o emprego e a renda? A Temon, como líder no segmento e atenta aos movimentos nacionais e à demanda internacional que afeta diretamente países como o Brasil – um dos maiores exportadores de commodities mundial –, previu a crise antes da tempestade começar e se preparou para atravessá-la. Entre as medidas estão o ajuste rigoroso de custos, o investimento em novas tecnologias e a gestão eficiente. Assim, explica o executivo, a Temon foi capaz de crescer em meio à tormenta, preservando um de seus mais importantes patrimônios, os postos de trabalho. 

Emprego e renda

A recuperação do emprego deve ser a última etapa de uma retomada real da economia e como os números mais recentes do Ministério do Trabalho mostram um leve movimento de abertura de postos com carteira assinada, é possível que aconteça um fortalecimento da confiança na volta do crescimento. Isso porque antes de as empresas voltarem a contratar, a crença na estabilidade do cenário econômico precisa se restabelecer e fazer parte do setor produtivo. Ela é a primeira a dar partida em uma crise econômica e também anuncia a volta dos ventos mais favoráveis, que faz a grande roda girar.  “Alguns fatores macroeconômicos, como a aprovação das reformas, transparência nas regras e ambiente jurídico seguro ajudam a trazer de volta essa confiança”, afirma Assumpção.

No país, o número assusta. São cerca de 14 milhões de desempregados. A construção civil,  grande motor da economia e geração de emprego, ainda apresenta números negativos. O setor mergulhou na crise e a paralisação de grandes obras e do mercado imobiliário contribuiu para acelerar o desemprego nacionalmente.

Para o fundador da Temon, a volta do investimento será capaz de criar novo ciclo virtuoso, com geração de emprego, renda e crescimento econômico.

Resistência na construção

Segundo o empresário, na Temon, a crise do mercado de trabalho não foi avassaladora como no país. A empresa respirou fundo, focou no planejamento e manteve sua equipe. A despeito da recessão que assombra o Brasil, são 25 canteiros de obras ativos de norte a sul do país.

Outra estratégia da Temon para atravessar o momento turbulento foi focar em obras que exigem tecnologia. A empresa industrializa a cada dia mais os materiais que utiliza em suas obras. Desse modo, controlou seus custos, mantendo canteiros ativos e alto padrão de execução. Hoje a empresa possui 1.800 colaboradores.

Infraestrutura

O papel da construção civil na geração de emprego é essencial. Mais trabalho significa mais recursos circulando na economia, mais arrecadação de impostos, mais consumo e mais investimentos que empurram o crescimento. Para se ter ideia, no ano passado a crise desacelerou a geração de empregos e a construção civil, depois dos serviços, foi o setor que mais fechou postos de trabalho com carteira assinada. Juntos, serviços, construção civil e indústria de transformação fecharam 81% dos 1,32 milhão dos postos extintos com carteira, segundo dados do IBGE.

 

2017-07-06T11:53:16+00:00 julho 6th, 2017|Categories: Noticias|Tags: , , , , , |